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O que é Esteatose Hepática? Entenda mais sobre a gordura no fígado

A Esteatose Hepática é mais conhecida como gordura no fígado, sendo uma condição que chega a atingir 30% da população brasileira. O que você precisa entender primeiramente, é que esse distúrbio precisa ter muita atenção, porque ele provoca inflamação capaz de evoluir para casos graves de hepatite gordurosa, cirrose hepática e até mesmo câncer.

O fígado é um dos órgãos essenciais do corpo humano, sendo responsável por mais de 500 funções fundamentais para a manutenção do nosso organismo. Continue sua leitura para entender tudo sobre a esteatose hepática, o que ela provoca no fígado, sintomas, causas e tratamento. 

 

Vamos começar entendendo as funções do fígado:

 

- Ele é responsável pela produção da bile, substância que ajuda na digestão dos alimentos gordurosos;

- Trabalha na fabricação das partículas que transportam colesterol (LDL, HDL…);

- Armazena e libera glicose, a nossa grande fonte de energia;

- Limpa o organismo por meio da eliminação de resíduos tóxicos;

- Capaz de processamento e aproveitamento de medicamentos e hormônios;

- Elimina as células vermelhas do sangue que estão com algum defeito;

- Armazenamento das vitaminas A, B12, D e E e de minerais como ferro e cobre.


 

O que é a Esteatose Hepática?

 

Esse problema de saúde acontece quando as células do fígado são infiltradas por células de gordura. Vale ressaltar que por ele circula uma grande quantidade de sangue. A cor natural desse órgão é de um marrom avermelhado e quando é infectado, passa a ficar com aspecto amarelado. Além disso, o distúrbio também aumenta o tamanho do fígado.

 

Existem dois tipos dessa doença: alcoólica (quando há consumo excessivo de bebida) ou não alcoólica (provocada por hábitos e estilos de vida inadequados).


 

Conheça as causas da Esteatose Hepática

- Além do abuso de bebida alcoólica, regular ou esporádico, a doença pode estar relacionada a algumas causas gerais relacionadas ao estilo de vida, tais como:

- Sobrepeso (esse fator é responsável por 60% dos casos de gordura no fígado);

- Obesidade;

- Sedentarismo;

- Diabetes;

- Má alimentação;

- Colesterol alto;

- Pressão alta;

- Perda ou ganho muito rápido de peso;

- Uso de medicamentos (corticoides, estrógeno, amiodarona, antirretrovirais, diltiazen e tamoxifeno);

- Inflamações crônicas no fígado.

 

Além dessas causas gerais relacionadas ao estilo de vida, metabolismo e até a medicamentos, existem outros fatores de risco. Por exemplo, mulheres têm mais risco de desenvolver gordura no fígado. O motivo está no hormônio estrógeno, produzido naturalmente pelo corpo feminino, que propicia o acúmulo dessa gordura.

 

Outros fatores de risco para a esteatose hepática são:

- Síndrome do ovário policístico;

- Hipotireoidismo;

- Síndrome metabólica;

- Apneia do sono;

- Acúmulo de gordura abdominal.

 

Existe um número bem menor de pessoas magras, que não consomem bebidas alcoólicas, sem alterações de colesterol e glicemia, que podem desenvolver quadros da doença.

 

Conheça os sintomas da Esteatose Hepática

A esteatose hepática possui diferentes graus e, infelizmente, nos quadros leves ela é assintomática. Então o paciente só consegue perceber os sinais da doença, quando ela já está em um estágio mais avançado.

 

Nos quadros intermediários, os sintomas geralmente são:

- Dor no abdômen;

- Cansaço;

- Fraqueza;

- Perda de apetite;

- Aumento do fígado;

- Barriga inchada;

- Dor de cabeça constante.

 

Já nos casos mais graves, ocorre a inflamação e fibrose, prejudicando o funcionamento do fígado. Os sinais são:

- Ascite (acúmulo anormal de líquido dentro da cavidade abdominal);

- Encefalopatia e confusão mental;

- Hemorragias;

- Queda no número de plaquetas;

- Aranhas vasculares;

- Icterícia (pele e olhos amarelados);

- Inchaço dos membros inferiores.

 

Como é realizado o diagnóstico?

Normalmente a gordura no fígado se acumula sem causar sintomas físicos. Ela pode ser detectada em exames de rotina, laboratoriais e/ou de imagem. Quando a alteração do fígado é detectada, é muito importante investigar o histórico do paciente, buscando relacionar com outras hepatites, doenças autoimunes e genéticas, ou pelo uso de drogas. 

 

O Boris Berenstein é um centro de diagnóstico de confiança, com tecnologia de ponta, atendimento humanizado e equipes preparadas para realizar todos os exames necessários.

 

Entre os tipos de exames que podem diagnosticar a esteatose hepática, estão: a ultrassonografia, a tomografia e a ressonância magnética, apesar de haver casos que são diagnosticados após uma biópsia. Todos esses exames podem ser realizados em nossa clínica.

 

Recomendações médicas para evitar e tratar a Esteatose Hepática

Algumas medidas são indispensáveis não só para prevenir o acúmulo de gordura no fígado, como também para reverter o quadro. 

- Manter o peso dentro dos padrões ideais para sua altura e idade;

- Consumir alimentos saudáveis, de preferência integrais e ter atenção com a dieta rica em frutas, legumes, verduras e carnes magras;

- Não fazer dietas restritivas que provocam emagrecimento rápido (elas agravam o quadro da doença);

- Procure evitar bebidas alcoólicas (quem já possui a doença deve eliminar do cardápio), mas se consumir, que seja com moderação ;

- Praticar atividades físicas com frequência.

 

Seguindo o tratamento adequado, o paciente tem altas chances de regredir o quadro de gordura no fígado ou ao menos estabilizá-lo. Raramente há necessidade de medicamentos, que podem ajudar, mas precisam ser aliados às mudanças de estilo de vida. 

 

Para uma vida saudável, equilíbrio é fundamental!

A esteatose hepática é mais comum do que pensamos e, como não apresenta sintomas perceptíveis, é muito importante que você mantenha o cuidado com a saúde em dia. O check up deve ser realizado de acordo com a recomendação do seu médico e as medidas básicas de cuidado com a saúde devem ser mantidas no cotidiano.


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