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Amamentação: Por que ela é tão importante?

O mês de agosto, para a OMS (Organização Mundial da Saúde) é definido como o mês de incentivo a amamentação. O “Agosto Dourado” como é conhecido, teve essa cor escolhida por fazer alusão ao “padrão ouro” que o leite materno tem como alimento na primeira infância.

A amamentação, além de ser o principal canal para que os bebês recebam nutrientes na primeira infância, também representa a criação de um vínculo afetivo entre as mamães e seus pequenos. Portanto, amamentar é benéfico para os bebês e também para as mamães, pois, esse ato libera no cérebro uma substância chamada ocitocina, também conhecido como o “hormônio do amor”, o que ajuda também que o útero volte ao tamanho normal de antes da gravidez.

No Blog do Boris de hoje, vamos trazer informações importantes para que esse período seja o mais incrível, prazeroso e afetuoso possível. Continue a leitura e saiba porque a amamentação é tão importante. 

A importância da amamentação:

O ato da amamentação tem um significado muito grande para mães e filhos. Da gestação até os primeiros passos dados, as crianças criam um vínculo muito forte de amor e confiança com aqueles que o cercam, mas é com a mãe que esse vínculo é ainda mais forte, afinal, ela é quem o alimenta.

Além disso, amamentar tem uma importância crucial para o desenvolvimento físico e mental dos bebês, pois, o leite materno contém nutrientes e minerais que ajudam no desenvolvimento do cérebro e evitam problemas de saúde como infecções no ouvido, pneumonia, alergias, eczema e asma, por exemplo.

Uma alimentação regrada é fundamental para uma boa amamentação:

A alimentação da mãe influi bastante na amamentação do bebê. Uma alimentação equilibrada é importante para que a amamentação seja benéfica para ambos. A dieta deve incluir quantidades adequadas de calorias, proteínas, carboidratos, vitaminas e, é claro, o consumo de pelo menos 2 litros de água por dia.

De antemão, não precisa alterar a dieta, mas, é importante observar se a criança apresenta cólicas ou algum incômodo depois da amamentação, se sim, observar quais os alimentos que foram ingeridos e reduzir o alimento suspeito. Vale salientar que as cólicas são comuns nos primeiros meses de vida tendo em vista a imaturidade do trato intestinal dos bebês. É todo um processo de adaptação.

Porém, para informações ainda mais assertiva sobre a alimentação da mãe e dos bebês, o mais recomendado é entrar em contato com um(a) nutricionista. O profissional saberá indicar os melhores alimentos e ajudar a regrar a dieta para uma amamentação saudável.

Como amamentar?

A primeira experiência com a amamentação é uma troca instintiva e recheada de sentimentos e cuidados. Portanto, ao nascer, é importante que mãe o abrace diretamente em contato com a sua pele. Após isso, a mãe deve tentar posicionar o mamilo contra os lábios do bebê. Se ele abrir a boca ou bocejar, é importante o trazer para mais perto e tentar posicionar o mamilo no céu da boca da criança e só esperar com que a natureza se encarregue do resto.

Bebês recém-nascidos costumam mamar de 10 a 15 minutos em cada peito. Ele pode querer se alimentar de apenas um, talvez os dois, então, é importante observar e entender as necessidades do bebê. Se ele mamar em apenas um, a próxima amamentação pode começar por aquele que não foi usado.

Como saber quando é hora de amamentar?

O tempo é uma medida importante no ato de amamentar, porém, outros sinais devem ser levados em consideração. O choro na maioria dos casos é a última tentativa de o bebê chamar a atenção para a sua fome. Por tanto é importante identificar sinais antes do choro como:

  • o bebê se mantém alerta;

  • mexe os braços com frequência;

  • fecha as mãos com frequência;

  • coloca as mãos na boca;

  • faz movimentos de sucção com a boca;

  • mexe a cabeça;

  • busca o peito quando está no seu colo

Sempre que observar esses sinais, é importante oferecer o peito para que o bebê possa se alimentar. E depois de satisfeito, é comum que ele relaxe braços e pernas e volte a dormir.

Com que frequência se deve amamentar:



Não há frequência certa para a amamentação. Os médicos especialistas sugerem que a frequência seja definida pelo próprio bebê, por isso, é importante não se apegar a rotinas relacionadas a alimentação.

Então, não precisa se surpreender ou se preocupar se o bebê quiser mamar de hora em hora. Isso é bem normal nas primeiras semanas de vida e esse comportamento ajuda na estimulação da produção de leite que, a partir daí se tornará sob medida para a criança.

A partir do momento que a amamentação se estabelecer, poderá se perceber algumas mudanças nesse entretempo de uma amamentação e outra, que a início pode ser de 2 a 3 horas ou de 8 a 12 vezes por dia.

A doação de leite materno humano salva vida e traz esperança!

A doação de leite materno humano é um ato que além de salvar vidas traz a esperança de volta as mães que não podem amamentar. Todos os anos mais de 150 mil litros de leite materno humano são coletados, processados e distribuídos a unidades neonatais para crianças recém-nascidas abaixo do peso em todo o Brasil.

Com apenas um litro de leite materno humano é possível alimentar até 10 crianças recém-nascidas, dependendo do peso do mesmo. 1 ml por exemplo, já é o suficiente para nutri-lo sempre que for alimentado.

Ao doar leite materno, além de trazer esperança para outras mães, é possível ainda:

  • Proteger a criança contra diarreias, infecções respiratórias e alergias;

  • Reduzir em 13% a mortalidade em crianças menores de 5 anos;

  • Reduzir riscos de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta.

Portanto, se você conhece alguma mulher que acabou de ser mãe, incentive-a a doar. E se você é mãe, entre em contato com o banco de leite mais próximo e doe agora mesmo.

 

Leite materno é vida.

O “Agosto Dourado” é mês definido pela OMS como o mês de incentivo e promoção ao aleitamento materno. Ao ato de amamentar, além de ser significativo recheado de amor e proteção para mãe e filho(a) é também importante para o desenvolvimento da criança, pois, é no leite materno humano que se encontram nutrientes e minerais fundamentais para a proteção da criança contra alergias e infecções, além de ajudar no desenvolvimento cerebral do bebê.

Portanto, nas primeiras semanas é importante deixar o bebê guiar, sempre prestando atenção aos sinais, mantendo uma dieta equilibrada sem esquecer de seguir as orientações de um profissional de nutrição. E, se possível, buscar doar um pouco de leite materno humano e ajudar outras crianças. Afinal, leite materno é vida!

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